sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Psicologia e Cinema.

Transtorno bipolar de humor

A história é sobre um homem que é bipolar - vai do êxtase à depressão com o estalar de dedos. Quando está “high”, ele é eufórico, hiper-ativo, alegre e incrivelmente cheio de vida. Isso não significa que ele está no paraíso, no entanto. Ataques de fúria, comportamentos altamente excêntricos e uma megalomania exagerada fazem a interação com o mundo “normal” extremamente problemática. Por outro lado, os problemas reais iniciam com a depressão. Como a maioria dos maníaco-depressivos, a depressão é debilitante, profundamente dolorosa e potencialmente suicida. O filme levantou algumas questões interessantes sobre identidade e como os diferentes estados de ânimo que enfrentamos são determinados por desequilíbrios químicos do cérebro. Até que ponto somos determinados pela nossa neuroquímica? Se tomássemos uma pílula que modificasse os nossos estados de ânimo completamente, deixaríamos de ser nós mesmos? O personagem do filme confronta sua psiquiatra diversas vezes no filme, afirmando que ele não é doente. A "doença" é parte de quem ele é.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Complicações do Amor e Amor Patológico 1ª parte

O que é o amor? Essa é uma pergunta que vem intrigando a humanidade há séculos e, apesar desse tempo todo, fazer amor continua sendo muito mais fácil que falar dele. Além de parecer impossível prender a idéia de amor dentro dos limites de um conceito, corre-se o risco de se exceder no cientificismo sobre um tema que todos conhecemos, desde sempre, em prosa e verso de forma muito mais sublime e agradável.




O amor aparece nas mais diversas áreas do pensamento humano, da poesia à imagem funcional cerebral, da mitologia à patologia, da razão para o prazer à motivação para o crime. Afirmações como “isso é amor”, ou seu contrário, “não, isso não pode ser amor” oscilam ao sabor das conveniências da situação. Mas cada um sabe exatamente como está sentindo seu amor, ou lamentando a falta dele, se regozijando ou sofrendo com ele, explicando que tipo de amor é o seu, reclamando reciprocidade, exigindo cumplicidade ou ocultando o amor proibido. Talvez a única certeza que podemos ter em relação ao amor é que sobre ele não temos nenhum controle.


Nietzsche, grande filósofo alemão do século XIX, escreveu que “a maior parte da filosofia foi inventada para acomodar nossos sentimentos às circunstâncias adversas, mas tanto as circunstâncias adversas como nossos pensamentos são efêmeros”, deduzindo, então, que os sentimentos não são. O amor é um desses sentimentos que devem ser tratados pela filosofia, principalmente porque ele parece transcender a realidade.


Acreditava, Nietzsche, que o amor chega quando se tenta desejar o bem em sua totalidade para algo. Dizia que quando amamos juntamos todas as melhores propriedades das coisas mais maravilhosas e perfeitas do mundo, e consideramos similares ao objeto amado. Com afirmações desse tipo, estapafúrdias, concluí-se que o sentimento do amor pode distorcer a representação da realidade, pode afastar a pessoa da realidade compartilhada pela maioria, tal como se tratasse de idéias supervalorizadas ou uma certa obsessão.


Sempre se distinguiram dois ou mais “tipos” de amor. Platão foi o primeiro a comentar sobre isso, em o "Banquete", definindo o “Amor Autêntico”, como aquele que liberta o indivíduo do sofrimento e conduz sua alma ao banquete divino, em distinção do "Amor Possessivo", o qual persegue o outro como um objeto a devorar, possuir e sufocar.


Muito tempo depois, esta conceituação foi retomada por Immanuel Kant. Para Kant, somente o "amor-ação" é o verdadeiro amor altruísta e aceitável, uma vez que se manifesta com preocupação verdadeira e desinteressada pelo bem estar do outro, da pessoa amada. Em contra-partida, falava no “amor-paixão”, egoísta e impossível de se controlar, voltado aos interesses próprios, manifestando o desatino e desprezo pelo outro. Na idéia de Kant, o amor paixão tende a satisfazer muito mais quem ama do que quem é amado (Clement, 1997).


Kant separava o “amor-afeto” e o “amor-paixão”, enaltecendo um pouco mais o primeiro, sugestivo de amor romântico, do que o segundo. Além desses amores dos amantes, para Kant existe ainda o “amor-virtude”. O amor-virtude seria mais ligado ao sentimento de fraternidade, ao preceito de “amar o próximo como a si mesmo”.


Alguns autores mais recentes acham que a atenção, carinho, zelo e cuidados em relação à pessoa amada devem ser esperados em qualquer relacionamento amoroso saudável e, por saudável, devemos entender o relacionamento que jamais proporcionará sofrimento, seja da pessoa que ama seja de quem é amado (Simon, 1982 e Fisher, 1990).


Alguns dizem que o amor é uma forte inclinação da alma para um objeto ou pessoa. Mas essa afirmação foge do critério científico, já que nesse campo nem se sabe com certeza se a alma existe.


...Continua!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Psicologia e Cinema.

ASSUNTO


Esquizofrenia, A questão do outro, Relações Humanas



“O pescador de ilusões” se estrutura em basicamente três aspectos conflitantes e de extrema importância: o personagem Jack Lucas, que é ancora de um programa de radio de falsa auto-ajuda, onde em vez de ajudar, Jack faz uma psicologia reversa, desestruturando e zombando dos ouvintes. A tragédia ocorrida por conseqüência de um mau conselho de Jack a um ouvinte psicótico e o personagem Parry, um homem bem sucedido, vitima indireta da tragédia que se torna mendigo e psicótico. “O Pescador de Ilusões” é um filme recheado de aspectos relevantes a psicologia, que aborda de forma bem ilustrativa e próxima da realidade as doenças mentais, como por exemplo, a depressão, diferentes formas de psicose e as conseqüências de um trauma.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Psicologia e Cinema.

Almas Gêmeas
O enredo deste filme foi baseado num caso real que aconteceu em 1954, na Nova Zelândia, A história como , está no link ao lado , são de duas adolescentes , Juliete e Pauline,


que possuíam grande inteligência e uma imaginação espantosa. De tanto ficarem juntas se tornam inseparáveis.. Elas passam a viver um grande e doentio amor em um mundo de fantasias.. A família de ambas se preocupam, fazem uma reunião e resolvem separá-las.. Neste momento tudo sai do controle, elas se desesperam, e são capazes de tudo para que não haja a separação....... É uma relação obsessiva.. e elas resolveram não deixar que nada as separassem....

É um filme muito interessante do ponto de vista de psicológico, mas choca também quando paramos para pensar , que neste caso não foi só ficção, aconteceu de verdade...

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Tatoos 3D.

Para ñ dizerem que eu só falo de psicologia nesse blog, resolvi postar essas tatuagens que parecem até reais.


Mesmo assim "jorge", meu braço ninguém espeta.rs